Experiências Bi de Um Homem Casado



Sou um homem casado, com filhos e nunca tive tendências bissexuais. Gosto de mulher, sempre foi a minha certeza e é até hoje, mas de vez em quando a gente dá umas escorregadas ou experimenta novas sensações. É sobre elas que eu vou falar.

No meu tempo de moleque morava em um subúrbio de São Paulo e foi lá que tive minhas primeiras experiências sexuais, que na década de 70 se resumiam a brincadeiras de médico e papai e mamãe com as primas.

Mas também aconteciam as brincadeiras entre os moleques, um pegava no pau do outro, batia uma punhetinha ou mesmo colocava a rola entre as nádegas um do outro, mas nunca houve penetração e nem chupetas.

Um dos moleques era mais velho que os outros e também mais experiente. Tinha um pau de tamanho razoável, comparado aos dos outros e se vangloriava disso, além de ser mais afoito e tarado. Com esse as brincadeiras eram mais ousadas e nos fazia bater punheta para ele até gozar e era o único que tinha porra. Era divertido faze-lo gozar. Às vezes ele colocava o pau na bunda da gente e ficava roçando até gozar, mas também não penetrava. Também nunca houve sexo oral. Isso era só com as meninas.

Um outro moleque de nome Jorge já era mais velho, tinha barba e queria penetrar a molecada e que a gente chupasse o pau dele, mas não rolava, eu tinha nojo e não queria sentir dor no meu rabinho. O máximo que ele conseguiu foi ficar tentando uma penetração, quando estávamos debaixo das cobertas, mas gozou antes de conseguir e eu parei de brincar com ele.

Já na adolescência, quando tinha perdido o meu cabaço de vez com as mulheres, comecei a trabalhar numa indústria metalúrgica. Tínhamos que fumar na área externa, próximo dos banheiros ou dos vestiários.

Tinha um velho que fazia faxina, andava de macacão e até meio torto. Sempre que eu estava fumando ele ficava me olhando e sorrindo. O nome dele era Sebastião e um dia começamos a conversar. Ele era muito simples e analfabeto, pouco falante, fumava um cigarro de palha e só conversava mesmo comigo.

Fiquei meio desconfiado porque elogiava muito o meu cabelo, meus olhos, meu corpo e um dia peguei o velho conversando comigo de pau duro. Acho que não usava cuecas, porque o pau dele ficava bem evidente na perna do macacão, ao lado da perna, ora esquerda, ora direita, porque a toda hora ele mudava de lado. Dei risada da situação e comentei perguntei a ele se estava tarado. Ele respondeu que eu o deixava louco. Dei mais risada ainda e mandei ele tomar no cú.

Mas aquela situação havia me deixado curioso. Por que o velho tinha tesão por mim? Queria me dar ou queria me comer? Logo as coisas se esclareceram, quando o Bastião me chamou para fumar num dos vestiários do fundo do quintal. Era um lugar meio reservado ao pessoal que fazia a faxina e durante o turno que a gente trabalhava, só ele ia lá.

Acabei ficando mais amigo dele, porque neste lugar nunca ia ninguém da fábrica e eu comecei a usar para dar umas cochiladas de vez em quando, com a cobertura do Bastião. Nunca demorava mais que meia hora, eu dormia nos bancos de madeira do vestiário e me sentia protegido pelo Bastião. Ele me acordaria se viesse alguém.

Uma tarde acordei com o Bastião me olhando, sem me tocar, mas estava com o pau pra fora e se masturbava. Era um pau enorme, bem maior que o meu e tinha a cabeça rosada e descoberta. Como ele já estava com muito tesão, não parou quando eu acordei e gozou no chão. Eu fiquei olhando aquela cena meio chocado e enojado, porque ele sujou todo o chão.

Antes de voltar ao trabalho perguntei a ele o que realmente queria. Ele disse que sonhava em bater uma punheta para mim e eu bateria uma para ele. Eu disse que eu iria pensar.

Fiquei pensando na cena e hora me dava nojo, hora sentia que o meu pau se manifestava. Será que eu estava com tesão pelo Bastião? Resolvi testar e ver aonde a coisa iria parar.

No dia seguinte lá fomos para o fundo do quintal e o pau do velho já estava duro. Ele nem esquentava mais em esconder, pelo contrário, queria que eu visse. Me disse que já tinha feito algumas sacanagens com outros garotos da fábrica e que era viciado nisso. Eu resolvi entrar na brincadeira.

Sentei no banco e tirei o pau pra fora. Ele sentou ao lado e pegou no meu pau. Começou a bater uma punhetinha, mas nada de eu sentir tesão algum. A mão do velho era calejada e desajeitada, muito diferente das meninas que eu saia.

Depois de um tempo tentando ele tirou o pau dele para fora e começou a se masturbar também. Se tocava com a mão direita e me punhetava com a esquerda. Ao ver o pau dele todo duro o meu começou a reagir e o velho gostou.

Quando o meu pau já estava bem duro e o meu tesão mandava mais que a minha resistência, ele pegou a minha mão direita e direcionou ao pau dele. Começou com ele direcionando a minha mão, esfregando aquela coisa nos meus dedos e eu já aceitava pegar nele. Senti o volume, subi e desci punhetando ele e o meu pau ficou mais duro ainda, mas eu não iria conseguir gozar com aquela mão desajeitada.

Trocamos de lado, eu comecei a me masturbar com a mão direita e punhetar o velho com a esquerda. Aí sim ficou bom, porque eu cadenciava os movimentos, tanto em mim, como nele. Ele se encolhia, fungava e eriçava cada vez mais o pauzão na minha mão. Eu acabei gozando muito no chão. O Bastião não conseguiu gozar com a minha mão esquerda também.

Eu fui me lavar e voltei para o vestiário. O Bastião ainda estava com o pau na mão, mas não queria gozar daquele jeito. Pediu para eu terminar o que havia começado. Sentei ao lado esquerdo dele e com a mão direita comecei a bater uma. Com a mão direita eu podia cadenciar e tornar bem rápido meus movimentos. O macacão estava machucando as bolas e o pau dele. Dei uma parada, ele abaixou o macacão e ficou com aquele pau todo para fora.

Punhetei mais um pouquinho naquela posição, mas também machucava e resolvi tentar por trás dele. Era bem melhor e como se eu estivesse masturbando a mim mesmo. Fiquei de pau duro de novo, tirei para fora e passei a encoxar o velho e masturba-lo. Não demorou muito para ele gozar e sujar todo o chão.

Passei a ir conversar com o Bastião desta forma todas as tardes. Eu já nem tentava mais com ele me punhetando. Ele tirava o pau pra fora, eu alisava até ficar duro, depois tirava o meu, deixava duro e na mesma posição da tarde anterior ele gozava e eu também.

Depois comecei a masturba-lo com ele de pé, com o pau na minha frente e eu sentado no banco. Me tocava com a esquerda e tocava ele com a direita. Era muito bom e eu podia cadenciar meu movimentos, tanto nele, quanto em mim.

Ele começou a colocar o pau muito próximo da minha boca, para eu chupar, mas era muito gosmento e cheirava muito forte, nunca fiz.

Uma tarde pedi para ele lavar bem o pau e eu veria se teria coragem. Ele voltou com o pau cheirando sabonete. Sentei no banco e comecei a punheta-lo, nem tirei o meu pau para fora. Cheguei com ele perto da boca, cheirei, dei uns beijinhos, mas não tive coragem de por na boca. Eu passava no rosto, nos olhos, no nariz, cheirava, mas não colocava na boca. Parecia que aquilo era o meu limite.

Nunca chupei o pau do Bastião e ele nunca me penetrou. Não demorou muito para eu deixar de sentir tesão por ele e acabei com as sacanagens. Pouco tempo depois eu saí da firma e nunca mais soube nada dele.

Só voltei a ter relação bi muito tempo depois, com um traveco e já estava casado. Mas com ele eu me liberei e contarei num próximo relato.

Gostou? Escreva.

                                

Foto 1 do Conto erotico: Experiências Bi de Um Homem Casado

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Comentários


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kkareka Comentou em 22/08/2017

Vejo que há muito mais bissexuais do que eu imaginava Leia meus contos e vai me entender. Mas no seu caso, eu teria chupado e dado muito pro velho Bastião Nota 10

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Comentou em 21/08/2017

já me casei duas vezes, mas não consigo deixar de ter tesão em homens - ainda mais maduros e mais velhos do que eu. Meu amante fixo tem 58 anos e estamos juntos há cinco. Ele é bem parecido com a descrição que fez se "seu" Batião - tenho tesão em homens rudes assim.

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negroroludo Comentou em 19/08/2017

Pena ser de São Paulo Quem sabe se me punhetasse não tirava a virgindade dessa boca Iria adorar uma mamada

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pedro_vr Comentou em 19/08/2017

Votado, Aguardando o próximo conto.

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vadinhosantos Comentou em 18/08/2017

Que delicia de experiências




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Ficha do conto

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tcasado077

Nome do conto:
Experiências Bi de Um Homem Casado

Codigo do conto:
104910

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
18/08/2017

Quant.de Votos:
10

Quant.de Fotos:
3


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