Eu, Mágico e Gal



O sol ia declinando no fim daquela sexta-feira e eu estava aflito, ainda faltavam quinhentos caracteres para terminar a coluna que enviava semanalmente ao jornal. O prazo ia se extinguindo e no desespero eu acrescentava conjunções desnecessárias e reticência onde fosse possível. Já não me preocupava com a qualidade do texto, mas em terminar a tempo. Quando o crepúsculo acabou e não via mais o sol, enviei o texto à redação. Faltavam dois minutos para o prazo final, havia vencido a batalha.
Terminado os compromissos da semana, fui à cozinha e deixei uma panela com água esquentando para um macarrão à parisiense que seria minha janta. Entrei no banheiro e me despi para tomar uma ducha relaxante. Desde que a venda fora consumada para o Mágico (há duas semanas), ele não me chamara. Então, não me preocupava com essa questão; aliás, achei até que ele havia se esquecido de mim. Quando coloquei a mão no registro do chuveiro, ouvi o sinal de mensagem do celular. Pensei por um instante e decidi verificar porque podia ser algo em relação à coluna.
Ao ler a mensagem, percebi que era do Mágico: “Verme, esteja pronto às dez horas na porta de sua casa. Passarei e te levarei a um passeio”. Ainda faltavam três horas, mas sabia que não teria a noite planejada. Tomei meu banho, fui à cozinha e desisti do macarrão. Comi um misto quente simples e fui me arrumar. Sabia que ele gostava que estivesse sempre de calça, camisa e sapato; para ele, era excitante dominar alguém que parecesse mais importante que ele. E isso significava que eu deveria me comportar como alguém importante para que suas humilhações fosse ainda mais eficazes.
Fiquei à janela, fumando meu cachimbo e esperando o tempo passar. Às nove e cinquenta, saí para a rua e fiquei esperando. Quando o relógio marcou dez horas, vi seu Fusca branco parar e a porta se abrir. Entrei e permaneci em silêncio olhando para o tapete. Antes de seguir com o carro, fez uma carícia em minha bochecha e o primeiro tapa estalou. Verme, se soubesse o prazer que me dá em bater na sua cara de cadela. Agradeci e ele seguiu com o carro. Não disse nada até chegar a estrada que conduzia para fora da cidade.
Então, senti um piparote na orelha e sua voz de menino sapeca dizer que íamos realizar um fetiche antigo dele. Essa noite não seria dominado, seria simplesmente currado à luz da luz por ele e pela Gal. Olhei atônito e ele explicou que Gal era o Fusca. Nunca havia pensado nessa
possibilidade, como seria comido por um Fusca? Mas, escravo obediente não questiona e simplesmente aceita as ordens que recebe. Se minha noite fora planejada para descansar, havia errado feio. Seria uma noite muito intensa, pelo jeito.
A Gal nos conduziu a uma estrada de terra deserta. Ele desligou-a e desceu, encostou-se em uma árvore e fez sinal que deveria segui-lo. Quando saí da Gal e fui me aproximando, ele pediu que me despisse. Fiquei vermelho, apesar da escuridão e somente do luar nos contemplar, havia o risco de alguém aparecer. Ele percebeu meu pudor e disse: Cadela, que pudor é esse? Fique nua e venha aqui. A varinha do Mágico vai mostrar seu poder hoje. Retirei a camisa e deixei no banco do carro. Sabendo que a merda estava feita, coloquei-me em frente da Gal e dele, de costas abaixei minha calça e deixei que o vento acariciasse minha bunda. Tirei o tênis e coloquei a calça dobrada sobre eles.
Sentia a brisa noturna percorrer todo meu corpo e não andei em direção a ele, decidi desfilar como uma vagabunda (que de fato eu era). Enquanto desfilava, sentia meus mamilos enrijecerem, tanto pelo tesão como pela brisa… Minha rolinha começou a endurecer e ele cuspiu em minha direção rindo: A cadela gosta de se exibir mesmo! Hoje quero ver se a feiticeira vai esconder o meu boneco. A referência era ao funk que mandou que ouvisse todo dia como forma de lembrar quem era meu dono. Quando fiquei diante dele, senti suas mãos grandes segurarem meus ombros e colocou-me de joelhos diante dele. Abaixei sua braguilha e seu boneco estava grande, sua cabeça inclusive escapava de sua samba-canção negra. Lambi a cabeça circundada e comecei a engolir vagarosamente.
Fazia com que minha língua passeasse pela extensão daquela caralha, brincava com ela em minha boca. Senti sua mão em meus cabelos e enquanto brincava com a língua, ele enrolava seus dedos em meus cabelos, chegando inclusive a puxá-lo e causar um leve desconforto. Isso me deixava com mais tesão ainda. Comecei a soltar seu cinto e quando terminei de abri-lo, recebi um telefone na cabeça. O tapa nas duas orelhas, deixou-me momentaneamente atordoado que fez com desse uma leve mordida naquele bonecão. Sua cadela suja, além de querer me despir ainda morde meu pau? Vai de quatro ali pra trás da Gal. Vou te castigar agora!
Engatinhei até a traseira da Gal. O Mágico mandou que tocasse no escapamento, coloquei a mão e disse que estava levemente morno… Então, veio a ordem que me surpreendeu: “Chupa a Gal então, fica de quatro e mama ela bem gostoso!” Empinei meu rabão branco e comecei a lamber a ‘piroca’ da Gal, como havia feito há poucos minutos em meu Mágico. Ele aproximou-se e ficou contemplando extremamente excitado, pelo rabo de olho via seu boneco vibrar com a cena. Lambia aquele cano grosso morno. Sentia a aspereza da Gal em minha língua… Isso foi me excitando e quando percebi já estava com minha rola pingando baba no gramado. O Mágico percebeu e pegou um pouco de minha baba e colocou sobre a piroca de Gal. Decidi fazer algo que jamais pensei ser
capaz e envolvi toda aquela rola feminina com minha boca!
Ele colocou-se atrás de mim e começou a apertar minhas bolas. Eram apertos que tinham o objetivo de mostrar como ele estava excitado com a cena e como ele desejava que eu me entregasse ainda mais a ele e a Gal. Comecei a literalmente boquetear Gal, obviamente quase nada entrava em minha boca; mas era uma sensação muito excitante e curiosa. Agora já não tinha mais os bagos apertados, ele começou a chutá-los levemente. Abri ainda mais as pernas, facilitando assim o seu prazer de me chutar. A lua parece que ficou envergonhada com toda essa cena, porque as nuvens a esconderam e agora estávamos numa penumbra. O mundo parece que parou nessa hora, esqueci-me do local e do Mágico, era uma conexão entre eu e Gal… Fiquei imaginando quando Gal gozaria em minha boca de cadela e poderia me realizar numa fantasia que nem minha era. O que me trouxe de volta para realidade, foram os dois dedos de meu dono que penetraram e alargaram-me. Parei de chupar e olhei para trás, ele ordenou que continuasse chupando Gal porque ele estava só abrindo caminho para seu boneco entrar em mim. Tapas explodiam em minha bunda e ao mesmo tempo ele começou a me tocar. Aquilo fez com que relaxasse mais um pouco e então onde antes penetrou e retirou dois dedos, já alojava agora três dedos. Ele ordenou que parasse de chupar a Gal e me deitasse sobre o motor dela. Arrastando-me pelo gramado, contornei Gal e cheguei à sua frente, deitei em seu capô e senti o Mágico afastar minhas pernas mais um pouco. De forma delicada, ele começou a me penetrar. Depois de três dedos, seu boneco entrava sem causar muita dor e o tesão que sentíamos fazia dispensável pensar em qualquer lubrificação naquele momento. Era pele com pelo, meu rabo estava acolhendo pela primeira vez meu dono (antes que reclamem, nós dois havíamos feito testes e estávamos limpos).
A lua parece que gostou da mudança e apareceu para contemplar ele bombando cadenciadamente sua cadela. Eu gemia sentindo-o inteiramente dentro de mim, sem que ele pedisse comecei a lamber Gal. Quando ele percebeu o que fazia, pressionava ainda mais minha cabeça para que lambesse o corpo dela. Emaranhou seus dedos em meu cabelo e em vez de puxar, empurrava minha cabeça… empurrava sua rola em meu rabo… empurrava seu corpo de encontro ao meu… Era um empurrar sem fim que fazia com que minha rola fosse empurrada na direção de Gal e ensaiasse uma leve punheta. O ritmo era leve mas intenso, não era uma putaria desenfreada como nos dois primeiros encontros… Era um encontro de vontades, um trois à menage entre dois homens
e uma mulher, um sexo baunilha mas com prelúdio excitante e fetichista.
Ele bombava profundamente e sem mais aviso, gozou dentro de mim. Então mordeu minha nuca e saiu de dentro de mim, uma porra farta e rala escorreu pelas minhas coxas. Ordenou que me levantasse e então ele deitou sobre Gal e mandou que agora eu chupasse seu rabo. Abri sua bunda e comecei a sugar seu buraquinho marronzinho. Era literalmente um beijo grego, enquanto beijava seu cu, percebi que ele acariciava Gal, como se ela pudesse retirar mais prazer desse nosso momento. Fiquei uns cinco minutos sugando, beijando e lambendo seu buraquinho… Foi então que senti algo crescer dentro de mim e sem menos esperar gozei apenas cuneteando-o. Quando ele percebeu que gozei, empurrou-me sobre a grama e pisou em meu peito com um pé de cada vez. Mais uma vez seu solado marcou meu peito, sujando-me e lembrando meu lugar perante ele. Então ele levantou sua samba-canção e calça entrou na Gal e mandou que me vestisse rápido. Vesti-me e sentei a seu lado. Dirigimos em silêncio até minha casa, quando ele parou e fui desembarcar. Ele segurou minha mão e disse que aquela noite fora ótima, satisfizera ele e Gal; mas tudo voltaria a ser como antes. Eu seria somente a cadela dela e que não esperasse que aquele momento de entrega somente ao prazer pudesse se repetir.

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Comentou em 12/06/2019

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Eu, Mágico e Gal

Codigo do conto:
139921

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
11/06/2019

Quant.de Votos:
1

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0


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