UM MÉDICO NADA CONVENCIONAL.. Parte I



Parte I – Início: “É preciso o cu(i)dar!”

Carlos já trabalhava a uns 06 anos nesse ramo de medicina ginecológica. Sempre foi vidrado em corpos femininos, e nenhuma profissão seria mais indicada do que essa, não é verdade?!? Mas só que ele se tornou um profissional correto e muito ético, até então...
Ele sempre foi um rapaz muito bem apessoado, muito másculo, bonito de corpo, rosto, tudo. Faz, e sempre fez, muito sucesso com as mulheres desde bem jovem. Agora no auge dos seus 32 anos, malhava, fazia lutas e nadava nas horas vagas, o que fazia com que tivesse um corpo de atleta. Ele realmente chamava muito a atenção, todavia era muito discreto, um pouco tímido até, o que o tornava ainda mais interessante.
Um dia que parecia que seria como todos os outros de trabalho, adentra-se por seu consultório uma jovem, acompanhada de sua bela mãe, de nome Marcella. Sem saber bem o porquê, Carlos já sentiu na primeira observada que deu na jovem, que alguma coisa de diferente tinha aquela linda mulher, no auge de seus 18 anos de idade.
Ela era morena, lábios carnudos, sensuais, aveludados e avermelhados, olhos expressivos, repuxados cor-de-mel, curvas arredondadas, seios bem durinhos e pontiagudos, quadris largos, bunda redondinha e bem empinada, tinha seus cabelos bem negros lisos e compridos. “É mesmo uma beldade!” Pensou Carlos enquanto admirava, perplexo, aquela visão do paraíso na tela do seu computador, que lhe dava a visão do que corria na ante sala do seu consultório, e tentando disfarçar para que nem a jovem e nem a sua mãe percebessem, foi até a recepção saber de quem se tratava.
“- Dr. Carlos, liguei e marquei com sua secretária Rose a consulta para minha filha e eu trouxe a Marcella aqui para que o senhor a examine. Um desses exames ginecológicos de rotina, só para saber se está tudo bem. Pois o senhor sabe, né?! Nessa idade a pessoa tem que começar a se cuidar, ainda mais quando já está noiva.”
“- Ah, claro! Eu concordo plenamente, E quanto mais cedo se começa, melhor. Bem, então, Srta. Marcella, por favor entre e você pode ir para trás do biombo e tirar toda a sua roupa, vestir o roupão de consulta, e deitar-se na maca ali atrás, por favor, que já vou lhe atender. A senhora mãe, pode entrar junto com ela.
A menina vestia um lindo vestidinho leve, solto, que dava mais movimento aos seus quadris enquanto ela caminhava.
Carlos fez o asseio das mãos e vestiu as luvas e ao se direcionar para a maca, atrás do biombo, a mãe da menina a acompanhava. Quando a menina avistou Carlos, virou-se pra sua mãe e foi logo dizendo: “- Mamãe se importaria de esperar lá na sala? É que com a senhora aqui vou ficar ainda mais sem graça, a senhora sabe como sou!”
“- Ahh Marcela, que bobagem, sou sua mãe, mas tudo bem, dr Carlos é muito bem recomendado por Isaurinha, então minha querida, a mamãe estará bem aqui na sala ao lado! Mas vê se relaxa, para que o Dr. possa te examinar sem problemas.”
A mãe saiu, deixando-os á sós. Carlos sentiu meio que um frio na barriga e não sabia bem o porquê, já que fazer os exames periódicos de uma paciente era super normal para ele, mas sempre se exige a presença de outra pessoa adulta na sala. ele por várias vezes já havia examinado mulheres belíssimas, até ficara excitado uma vez logo no início, mas soube disfarçar bem, não chegando a ser nada demais. Carlos sabia muito bem se controlar. Mas por algum motivo desconhecido, aquela jovem o estava deixando louco.
“- Marcella, por favor, sente-se na maca para que eu possa examinar primeiro os seus seios.” Obediente, a menina sentou-se e abriu a roupa médica que vestia, deixando de fora seus belos seios. Por um momento Carlos teve uma leve tremedeira ao ver aqueles seios deliciosos ali, na sua frente. A menina olhava bem dentro de seus olhos enquanto ele a apalpava, delicadissimamente. Tão delicadamente que a menina demonstrou certa excitação, deixando seus lindos peitinhos endurecidos. O que deixou Carlos ainda mais excitado. O que ele tentava disfarçar a todo custo. Após examinar os seios, ele pediu para que ela se deitasse e apoiasse suas pernas sobre o aparelho de apoio, deixando sua xaninha totalmente á mostra e desprotegida. Carlos jogou sobre suas pernas um lençol e sentou-se em frente ás suas pernas arreganhadas, e ao olhar para aquela cena, permitiu-se alguns minutos de admiração. Era rosadinha, bem pequenina, e não tinha pelo algum, imaginou que ela talvez tivesse se depilado para tornar mais fácil o exame médico. Carlos afastou cuidadosamente os grandes e pequenos lábios (alias, ela só tinha lábios pequenos, já que sua xaninha era bem pequenina), e enfiou um dedo e pode constatar pasmo, que a menina ainda era virgem. Carlos pensou então: “Como pode uma menina linda, deliciosa como ela ainda não ter dado essa delicia para alguém? Ah, se eu pudesse!!!” Nesse instante, Carlos teve uma ereção como nunca tivera em toda a sua vida, e ao perceber que a menina também se excitou, deixando escorrer por sua rosada xana aquele líquido delicioso e abundante. Isso deixou Carlos ainda mais louco. Ele sentia como se seu membro fosse arrebentar suas calças, já que ele era bem avantajado, em todos os sentidos, tanto na espessura quanto no tamanho, dificultando muito a tentativa de disfarçar aquela constrangedora situação. Ao ficar de pé para pegar um aparelho para facilitar o exame, percebeu que a menina olhava fixamente para seu membro totalmente duro dentro das calças, e ela olhava com um ar de curiosidade mista de desejo, o que o deixou ainda com mais vontade. Carlos passou gel no aparelho (um tantinho mais grosso que um dedo, mas não mais do que o seu membro, que era realmente um tanto exagerado), mas nem precisava, pois a vagina dela estava tão molhada que chegava a escorrer. Introduziu lentamente o aparelho em sua pequenina vagina, o que a fez soltar uns gemidos quase que inaudíveis, como uma gatinha. Isso deixou-o a ver estrelas. Quanto mais era introduzido o aparelho, mais ela gemia. Ele olhava para aquele grelinho vermelhinho, pequeno e inchado, demonstrando o tanto de excitação que ela estava sentindo. Carlos terminou de lhe examinar, retirou o aparelho bem devagar, para não incomodá-la, levantou-se e passou bem ao lado dela para tirar as luvas e guardar o aparelho... Quando retornou, Marcella continuava deitada, só que estava de olhos cerrados e com ar concentrado e se masturbando, sem a menor vergonha, sem o menor pudor. Ao deparar-se com aquela cena, Carlos também não se conteve e voltou a sentar-se de frente para aquela cena e se prontificou a ajudá-la, colando seus dedos primeiro e depois a sua língua sobre o delicioso grelo. Não afastou a mão dela, e enquanto estimulava seu grelo com a língua, via que ela enfiava seu dedo médio no interior da sua bocetinha quente, estreita, pequenina e molhada. Quando mais Carlos a estimulada, quanto mais ela intensificava as estocadas com seu dedo, e mais ela gemia, e gemia muito abafado, mas muito gostoso. Aquilo estava deixando ele enlouquecido, o que o fez sacar de dentro de suas calças aquele enorme mastro, e começar a se punhetar. Para aumentar o prazer de Marcella, ele introduziu seu dedo médio junto ao dela, em sua deliciosa bocetinha, enquanto com a língua estimulava incessantemente seu grelo ávido de tesão. Naquele momento de puro prazer, Marcella não demorou muito para gozar com a dupla penetração dos dedos dela e os de Carlos, o que o deixou também a ponto de gozar, mas antes que o fizesse, Marcella se levantou, desceu da maca, ajoelhou-se no chão e sem pedir licença lhe abocanhou o pau, fazendo com que ele gozasse em sua boca. E com qual surpresa que Carlos pode observar que Marcella absorveu todo o seu abundante gozo, sem deixar cair sequer uma gotinha que fosse. Aquilo o deixou tonto, de tanta satisfação. Sem nada dizer, Marcella foi para detrás do biombo, vestiu-se e foi para junto da mãe que lia uma revista na ante-sala, e enquanto isso, ele se refazia daquele quase transe em que estava.
Seu coração ainda batia totalmente descompassado, quando foi para a ante-sala encontrar com as duas. Marcella mantinha seu semblante como o de quando chegou, tranquila, calma, natural, mas sem deixar de disparar-lhe um olhar de cumplicidade total e muito sensual, o que ela parece possuir por natureza.
Carlos, ainda meio tonto, disse á mãe da jovem Marcella que estava muito bem, mas que seria bom que ela sempre viesse ao consultório para exames periódicos a cada 06 meses, afinal, é sempre melhor prevenir do que remediar. A mulher concordou e assumiu o compromisso de 6 em 6 meses levá-la para novos exames com ele.
Elas se levantaram e foram embora. Carlos passou aquele dia todinho descompensado, pois nunca havia passado por uma situação alucinante como aquela. “E ela era virgem! Ela é virgem! Não dá para acreditar em tal coisa! Como?!?” Carlos não conseguia esquecer aquilo, aquele rosto, aquele corpo, aquela deliciosa xaninha. E foi assim por toda a semana que se passou.
(Segue na Parte II – Final)

Foto 1 do Conto erotico: UM MÉDICO NADA CONVENCIONAL.. Parte I

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Comentários


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anetesao Comentou em 12/07/2019

Conto gostoso e cheio de safadeza. Votado Arqueiro

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pretinha69ordinaria Comentou em 12/07/2019

Delícia, já quero marcar uma consulta com esse médico. Fiquei melada só de imaginar.

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fulano Comentou em 12/07/2019

delicia de conto e fotos

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camps Comentou em 12/07/2019

Votado. Muito bom!!!

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dorataradinha Comentou em 12/07/2019

Que delícia, tão bem contado, me senti na pele da Marcela, e amei! Votado.

foto perfil usuario amandinhajapa

amandinhajapa Comentou em 11/07/2019

Deliciaa de conto




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Ficha do conto

Foto Perfil arqueirorj
arqueirorj

Nome do conto:
UM MÉDICO NADA CONVENCIONAL.. Parte I

Codigo do conto:
141302

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
11/07/2019

Quant.de Votos:
14

Quant.de Fotos:
5


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