Doce Vingança 3 - By Claudia



Traí meu marido por vingança (Dando pro time todo - Parte III)
Olá, amigos leitores de Casa dos Contos Eróticos! Chamo-me Cláudia e moro em Goiânia, capital de Goiás. Como informei nos relatos anteriores (Traí meu marido por vingança, mas? e Dando pro time todo ? parte II), sou casada há três anos com Zé Geraldo (Jotagê, para os amigos), um morenão lindo, 1,80m de altura, gostoso, corpo malhado, pernas grossas e peludas, sorriso encantador, olhar de safado, empresário bem sucedido e, por tudo isso, muito assediado pela mulherada. Jotagê tem 32 anos e eu 28. Sou advogada, morena, 1,68m de altura, 59 kg, cabelos negros, que uso sempre muito bem cuidados, longos quase até a cintura. Meu bumbum é lisinho, arrebitado e carnudo, minhas coxas são grossas, firmes e bem torneadas ? graças às horas diárias de academia, e meus seios são médios para grandes, naturais, com mamilos escuros, sempre assanhadinhos, com ?rodeirões? (auréolas amplas) deliciosos, como dizem os homens que têm o privilégio de conhecê-los. Meu marido, Jotagê, diz que minha boca carnuda e aveludada é meu atributo mais sensual. Mas vamos ao que interessa: como traí o Jotagê, mais uma vez com o pessoal do futebol. Depois de me despedir do lindo Marcelo, que acabara de me dar uma tremenda surra de pica, não demorou nem dez minutos, Anderson toca a campainha e, quando abro a porta tomo o maior susto. Ele trazia consigo Dênis e Lucio, também colegas de futebol do Jotagê e vizinhos de nossa casa. Adivinhando sua intenção, tentei impedir que entrassem, mas já era tarde. Logo estavam os três em minha sala. Dênis, notório comedor das mulheres do bairro e o mais sacana dos três, foi quem começou a falar:
- Ora, Cláudia, o Andy (apelido do Anderson) nos contou que você está ?cozinhando pra fora? e que o gauchinho já é cliente. Então, eu e o Lúcio, além do Andy é claro, queremos entrar nesta sociedade também. Claro que o Jotagê nem vai ficar sabendo, eu garanto. Pode confiar.
O olhar dos três para mim era de pura sacanagem e desejo. Estranhamente, eu gostei daquela situação e sentia-me muito mulher com aqueles homens sacanas e conhecidos de meu marido querendo me comer e dizendo-me isto despudoradamente. Lúcio, mais reservado, ficou calado, acariciando o pinto (aparentemente duro) por sobre a calça e passeando a língua safadamente pelos lábios. Para manter minha dignidade, tentei argumentar que aquilo não podia ser, que Jotagê era conhecido deles de muito tempo e que o que acontecera com o Marcelo fora um deslize momentâneo.
- Olha, Cláudia, nós conversamos e estamos achando que o Jotagê não está cuidando direito de você e que você está carente, precisando de atenção, muita atenção. Disse o Andy, com um sorriso sacana no canto da boca.
- E o que vocês estão pensando que vai acontecer aqui? Perguntei, tentando ganhar tempo e pensar numa saída menos humilhante para mim.
- Pelo pouco que vi pela janela, Cláudia, ? disse o Andy ? você está num fogaréu danado. Acho que se só fizermos o que você quiser, já vai ser uma bela festinha.Depois podemos pensar em mais alguma coisa.
- Mas o Jotagê já está pra chegar. O jogo já está terminando. Vocês conhecem ele. E se encontra vocês aqui? Falei, desesperada, tentando demovê-los daquela loucura.
- Não te preocupa, Claudinha, sempre após o jogo ele vai levar a Valéria em casa e, nós sabemos, ele demora um bocado pra voltar pra casa.
Humilhada e desarmada pela revelação da notoriedade da infidelidade de Jotagê, rendi-me aos canalhas. Acho que, no fundo, eu também desejava colocar mais uns pares de chifres na testa do malandro do Jotagê e perguntei ao três safados:
- Por onde começamos, então?
Foi a deixa. Rapidamente eles aproximaram-se de mim e, sem qualquer rodeio, foram passeando suas mãos, bocas e línguas pelo meu corpo que despiram sem demora, pois eu só usava um vestidinho leve e uma tanguinha azul celeste, presente de Jotagê. Totalmente nua, fizeram-me ajoelhar entre os três e, com seus paus duros expostos, me mandaram chupar um a um. No início constrangida (afinal eu os conheço há muito tempo, são amigos de meu marido e suas esposas são minhas amigas também), logo passei a curtir a sacanagem e me entusiasmava com as coisas obscenas que Andy, Lúcio e Dênis me falavam e diziam sobre mim. Enquanto pensava nisto, revezava-me no boquete aos paus dos colegas de meu marido. Dênis, o mais safado, é um negro alto e forte e tem um pinto grosso, não muito longo e bem preto; Lúcio, o mais calado e tímido, também negro mas mais baixo e magro, tem um pintão longo e mais fino, igualmente preto, com veias bem salientes e saco muito peludo; já o Andy, um mulatinho baixinho, surpreendeu-me com um pinto grande e grosso, parecendo quase um braço. Fiquei temerosa com aquele caralhão moreno e de cabeça vermelha, mas chupei os três com gosto, dando-lhes muito prazer e sentindo os diferentes sabores daquelas picas cada vez mais duras. Ficamos nisto por uma meia hora, mais ou menos, quando Dênis sugeriu que eles me chupassem, também em revezamento. Fiquei exultante com a idéia, mas logo Lúcio lembrou-lhes que eu acabara de transar com o gaúcho e que precisava de um banho. Subimos para meu quarto e, já no box, com a água a escorrer por nossos corpos, começamos ?o banho?. Diferentes mãos ensaboaram e lavaram minha buceta e minha bunda, dedos de todo o tipo e tamanho me penetraram na intenção ?falsa? de melhor me limpar, cada um dos pintos foi novamente chupado, acariciado, beijado e lavado por mim. Mãos diversas me acariciaram e apertaram os seios e a bunda, numa luxúria indescritível. Lúcio, com seu pinto comprido e mais fino que os outros, foi o primeiro a me penetrar, pois não agüentávamos mais (particularmente eu) de vontade de começar a meter gostoso. Escorei-me à parede, de costas para Lúcio. Com cuidado ele foi me penetrando lentamente até encostar a cabeça de seu pau em meu útero, provocando uma dorzinha gostosa. Com muito jeito, Lúcio iniciou os movimentos de entra-e-sai, estocando-me o útero a cada introdução mais profunda, provocando dor e prazer indizíveis. Eu urrava quando ele batia no fundo e gemia quando ele tirava de dentro. Foi assim por um longo tempo, em que gozei duas vezes, enquanto Lúcio continuava firme e duro. Virei minha cabeça para trás, beijei Lúcio na boca e falei-lhe:
- Meu macho gostoso, meu pintudo. Goza na tua putinha, goza, meu negão.
Aquilo parece ter aceso um fogo dentro do homem. Lúcio começou a estocar forte, ritmado e profundamente, me castigando as entranhas com aquela pica comprida e dura. Eu apertava-o com os músculos da vagina (conforme os exercícios do ponpoir) e ele me chamava de cadelinha gostosa, estocando-me com mais força e dilacerando meu útero com seus golpes. Estranhamente aquilo me dava ainda mais tesão e eu gritava para o Lúcio:
- Mete, meu homem, mete e arrebenta tua putinha. Vai, me arrebenta...
Lúcio meteu mais forte e, apertando meu corpo contra o seu violentamente, gozou urrando alto e forte. Eu gozei também, pela terceira vez com Lúcio dentro de mim. Lúcio saiu de mim e seu gozo escorreu por minhas coxas e pernas.
Já deitado em minha cama no quarto, Lúcio gritava para nós três que ficáramos no banheiro:
- Caralho! Mas que mulher gostosa da porra. Como fode esta safada.
Orgulhosa, eu me preparava para receber mais pau. Agora era Dênis quem iria me comer. Seu pinto preto e grosso parecia estar envernizado de tanto que brilhava. Não resisti e voltei a chupa-lo, com vontade, pois queria sentir o gosto do leitinho daquele negrão na minha boca. Suguei-o com maestria, lambi suas bolas, acariciei-as, fiz carinho na região próxima ao seu ânus e o pau só fazia ficar mais duro e mais grosso. Gemendo baixinho, Dênis levantou-me, beijou minha boca, enfiando sua língua bem fundo nela e me disse:
- Você vai se sentir totalmente preenchida pelo meu pauzão, morena gostosa. Faz tempo que estou te filmando e agora vou realizar meu desejo. Vira e te prepara, tesuda.
Acariciei mais uma vez aquela jóia negra e rombuda, beijei de leve Dênis na boca e virei-me, empinando minha bunda volumosa, balançando-a para provocá-lo, e esperei pelo pauzão grosso de Dênis.
Agarrado aos meus seios, o safado do Dênis foi empurrando aquele mastro em minha xaninha que, apesar de ter suportado bem o pau de Lúcio, sofreu pra agasalhar a grossura do cacetão preto de Dênis. Ele ia forçando e a impressão que eu tinha era de que minha vagina estava sendo rasgada, rompida em suas paredes. Mas estava muito bom. Eu gemia, mordia os lábios e chorava de dor, mas não pensava em parar e, a fim de apressar o processo, jogava meu corpo de encontro ao daquele homem sacana cuja esposa preparava um bolo de fubá delicioso e me ensinara a receita fazia dois dias. Eu ficava imaginando como ela agüentava aquilo tudo diariamente...
Meus pensamentos foram se esvaecendo quando, após um empurrão mais firme, Denis disse em meu ouvido:
- Safada, sem vergonha! Você engoliu tudo direitinho. Agora vamos brincar, vamos?
E começou a mexer, entrando e saindo ferozmente de minha bucetinha gulosa e encharcada. Eu sentia as paredes de minha buceta arranhadas por aquele tarugo grosso que me era imposto pelo safado do meu vizinho. Então, pra provoca-lo, falei:
- É só isto, Dênis? Pensei que você ia me arrebentar e só faz é me balançar um pouquinho? Mete de verdade, seu safado, seu puto. Mete e me arregaça a xereca, seu sacana. Mete, mete. Mete, homem?
Ele me apertou ainda mais os seios e, com mais força ainda, meteu muito e rapidamente em mim. Eu curtia e sentia-me poderosa, controlando aquele homem grande, forte e abusado com minha xoxotinha melada. Os movimentos de Denis ficaram mais rápidos e sem ritmo, ele estava prestes a gozar e, mais provocativa ainda, disse-lhe:
- Vai, seu safado, derrama seu leitinho na sua Claudinha, derrama... Não era isto que você tanto queria, sacana? Esse leitinho não vai pro bolo de fubá da tua mulher. Vai pra minha bucetinha que está adorando esta sua pica grossa... Vai, goza safado... Me dá leitinho, dá.
Denis, enlouquecido, metia rápido e com força, mas não gozava. Eu estava ficando cansada naquela posição e pedi-lhe para que sentasse no vaso sanitário. Feito isto, sentei-me sobre ele, de frente, e encaixei seu pauzão grosso em minha xotinha novamente e comecei a cavalga-lo freneticamente. Denis urrava e me xingava com as mais obscenas palavras que eu já ouvira: puta, cachorra, piranha, biscate, cadela metedeira etc. me excitando por demais. Eu respondia, entre lambidas e beijos em seu rosto negro e bonito:
- Mete na putinha do teu amigo, mete. Arregaça a mulher do Jotagê, arregaça ela, safadinho. Sempre sonhou com isto, agora faz. Mas faz gostoso pra eu gozar, senão te entrego pra tua mulher, cachorro.
Denis ria muito e jogava seu pintão pra cima enquanto eu rebolava e pulava sobre ele. Estávamos os dois encharcados de suor e o sacana do Andy, com a mangueirinha do chuveiro, molhava insistentemente nossos corpos dando-me uma deliciosa sensação momentânea de frescor.
- Dá leitinho, dá Denis. Não agüento mais, quero gozar junto contigo.
Eu disse isto, levantei-me e escorada novamente à parede do banheiro esperei pelo Denis. Andy, aproveitando a situação, meteu-me seu pauzão na boca e eu chupei e lambi com gosto. Denis penetrou-me forte e profundamente e reiniciou o entra-e-sai delicioso, arranhando gostosamente as paredes da minha vagina, me levando ao limite da excitação. Quando ele anunciou que iria gozar, entreguei-me e também gozei, sentindo minhas pernas fraquejarem ao mesmo em tempo que os jatos da porra do meu vizinho atingiam-me a entrada do útero, numa delícia de transa. Eu estava realizada, a noite não tinha sido perdida. Lembrei-me de Azeviche e fiquei um pouco triste. Com uma forte palmada em minha bunda, Andy acordou-me para a situação: ele e sua pica gigante ainda estavam à espera de meus cuidados. Fomos para o quarto e Lúcio e Denis conversavam sentados em minha cama. Andy sentou-se ao lado deles e falou:
- Vem, putona! Chupa minha pica agora, chupa. Vem conhecer o pau que vai te fazer gozar de verdade, Claudinha. Você tá curiosa que eu tô vendo. Vem logo, vem.
E eu fui! Engatinhando, feito uma gatinha no cio, fui me esfregando das pernas deles, acariciando e beijando os dois paus que tinham acabado de me comer gostosamente, até chegar no de Andy. Era uma coisa monstruosa, grosso, longo, com veias salientes e muito, mas muito duro. Não era negro como os outros, era moreno e de pele muito lisinha, delicada até. Beijei-o, cheirei-o e lambi-o sem pressa e com muito carinho. Aquele pintão merecia toda a atenção de uma mulher que sabe o que quer. E eu sabia. Queria que ele me abrisse, me arregaçasse e me preenchesse todinha. Queria ser toda dele e dar-lhe muito prazer. Lambi e beijei a cabeça daquele pauzão com vontade, molhei-o com minha saliva e, com as duas mãos, iniciei uma punhetinha. Ele era grande e pesado, mas muito quente e duro. Isto me excitava e eu podia sentir minha xaninha contrair-se e escorrer seus líquidos de tesão. Eu estava louca pra sentir aquela ?coisa? dentro de mim, me rasgando, me preenchendo a bucetinha que já fora só de meu marido e que agora era dos amigos dele também. Andy, em silêncio, ajeitava meus cabelos para melhor assistir o ?tratamento? caprichado que eu dava ao seu pintão, ao mesmo tempo em que acariciava delicadamente meus mamilos extremamente sensíveis nesta hora. Eu mamava naquela maravilha de nervos e carne e me imaginava empalada pelo Andy. Levantando os olhos, sem tirar a picona da boca, vi Andy com os seus semicerrados curtindo as carícias que eu lhe fazia com a língua. Brinquei com seus testículos e acariciei suas coxas, notando seus pêlos arrepiados de tesão e falei:
- Andynho, vem comer tua putinha, vem, pintudo gostoso.
Levantei-me do chão, deitei-me na cama com minhas pernas abertas e esperei pelo ?castigo?. Lúcio, um chupador de xoxotas incorrigível, pediu pra dar uma chupada na minha, com a desculpa de que eu precisaria de lubrificação. Claro que aceitei e ele caiu de boca em minha buceta. Lambeu meus grandes lábios com habilidade, me deixando doidinha de tesão, abriu-me delicadamente os pequenos lábios e, com movimentos firmes e lentos foi me enlouquecendo, me penetrando com sua língua quente, fazendo-me gozar na sua boca. Lúcio sugou meu clitóris gostosamente, como se degustasse um pêssego maduro, lambeu meus líquidos cuidadosamente, enquanto se masturbava. Com o pinto bem duro e louco pra gozar, trouxe-o até minha boca pra ser chupado, no mesmo momento em que Andy se ajeitava para me atravessar com sua ferramenta gigante.
Eu chupava e lambia o pau negro de Lúcio, mas minha atenção estava na penetração incrível que Andy começava a empreender. Andynho arregaçou-me a buceta com as mãos, colocou a ponta de seu pau entre os grandes lábios dela e começou a empurrar. Ele tomara a precaução de lubrificar muito seu pintão com um creme íntimo que ele mesmo trouxera e que agora mostrava sua utilidade. Além de lubrificar, o creme ajudava a diminuir a dor da penetração, me deixando mais calma, apesar da grande expectativa. Denis levantara e dera a volta na cama, colocando-se numa posição que lhe permitisse acompanhar meu ?batismo de pica?, como ele mesmo dizia.
- Andy, arrebenta com essa putinha. Faz ela ver estrelas e chorar de tanto gozar. Falou o Dênis, safadamente.
Era isto mesmo que eu queria, que ele metesse logo, que enterrasse aquela coisona dentro da minha xaninha ansiosa. E Andy o fez! Com um golpe rápido, ele atravessou-me com sua lança de carne, nervos e sangue. Eu gemi, pois não consegui gritar tamanha a dor e o susto. Meu útero estava pressionado pela cabeçorra do pau daquele jumento. Arqueei-me para ver nossos sexos agregados e, mais surpresa ainda, verifiquei que apenas a metade daquela tora me invadira. Eu o queria todo, precisava saber se seria capaz de recebê-lo totalmente e mandei-o continuar empurrando, metendo em mim. O suor escorria de minha testa, de meus braços, de meu colo, entre meus seios e a dor, persistente e forte, espalhava-se pela minha virilha e coxas. Mas eu queria mais, eu queria tudo. E gritei pro Andy:
- Anda, macho gostoso. Você começou esta brincadeira, ficou me espiando pela janela e agora não dá conta de meter tudo em mim? Não acredito. Mete, seu safado. Mete toda esta cobrona em mim, seu descarado. Estou te esperando. Come a mulherzinha gostosa do Jotagê, come. Bota um belo par de chifres naquele safado... Vem Andy, vem logo. Me arrebenta aqui na nossa cama. Amanhã ninguém vai poder dizer que você não esteve aqui dentro de mim, pois vou ficar marcada para sempre.
Eu estava enlouquecida, em estado de embriaguez total, sem beber uma só gota de álcool. Era puro tesão. Os três homens estavam alucinados com as minhas palavras e minhas intenções e Andy recomeçou a meter em mim. Agora com força, sem piedade ele empurrava seu vergalhão pra dentro de minha buceta e eu sentia os músculos de minha pélvis se rompendo a fim de abrigar aquela coisa deliciosamente gigante. Eu podia sentir cada saliência do pau de Andy roçando o interior de minha vagina e a pulsação das veias de seu pintão. E era maravilhoso sentir aquilo. Era como se meu corpo e o dele fossem um só, pois Andy dizia também sentir os movimentos musculares do interior de minha bucetinha gulosa em torno do seu pau. Na medida do possível, eu tentava contrair meus músculos vaginais para agradar ainda mais o macho incrível que me preenchia toda naquele momento. Andy não voltava um milímetro, apenas empurrava seu pauzão, cada vez mais fundo. Eu sentia-o na entrada do meu útero, pressionando-o contra as paredes internas do meu corpo. Continua... votem q eu termino de contar esta história.
                                
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Comentários


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Comentou em 27/11/2013

Parabéns pela as 3 seqüencia dos conto muito bons,e muito bem contado com muito detalhes,continuen contando as suas aventuras teve meus votos nos 3 contos

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nely delicia Comentou em 13/12/2012

Marido que não da assistencia, abre pra concorrencia, quero ver vc contar todas as suas traições. Bjs amiga, teve meu voto nos tres contos...

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jordanel Comentou em 13/12/2012

Se ele ficar sabendo como você fala, vai terminar com ele vestido o chapeu de touro aceitando a condição de corno manso, é o final de 99,9% dos contos de traição.




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Doce Vingança 3 - By Claudia

Codigo do conto:
23196

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
12/12/2012

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13

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