O canalizador e o Negrão



Corri quando ouvi a campainha. Tinha chamado de novo o canalizador. Não que precisasse dele mas a minha cona andava completamente ensopada.
O homem velho e gordo apareceu a minha frente eu lancei um sorriso cheio de segundas intenções, mas logo a seguir vi outro homem a juntar-se a ele, era alto, bem trabalhado e negro. Vestido com o mesmo uniforme que o outro.
        - Boa tarde minha senhora
Dei passagem aos dois.
Não estava a espera que viesse acompanhado, queria ter uma tarde de sexo duro. E agora tinha de inventar algum ploblema na canalização.
        - Lá em cima no quarto de banho – dirigi-me para as escadas com os dois atras de mim, sem me lembrar que estava apenas com uma mini-saia vestida.
Ouvi um gemido atras de mim quando íamos a meio das escadas.
        - E esta a cadela deliciosa que te deu a cona?- Ouvi a voz do homem negro.
Senti um arrepio passar pelas minhas costas quando ouvi essas palavras.
Avancei rapidamente até ao compartimento.
Abri a porta e esperei que eles entrassem.
        - Problemas no chuveiro - Disse antes de virar e dar dois passos para fora. Estava nervosa.
        - Calma querida – o meu braço foi agarrado pelo velho – Trouxe mais diversão para ti hoje – as mãos dele correram pelas minhas mamas e a minha cona ficou encharcada.
        -Contei aos meus colegas de trabalho e quanto gostas de ser fodida e aqui o negrão ficou muito contente quando viu outro pedido para aqui – Os meus olhos focaram no outro homem. As calças e os boxers já estavam junto aos tornozelos e o enorme caralho dele estava duro. Um pouco curvado para a esquerda
Estremeci os meus mamilos ficam duros, estava doida por ser fodida por aquele enorme pau.
        De joelhos- ordenou avançando até a mim.
Sem qualquer controlo no meu corpo fiz o que ele mandou.
Agarrei o pauzão dele e comecei a chupar como se fosse um gelado. A minha língua acariciou a cabeça gorda e vermelha enquanto segurava o pau com uma mão e a outra ia ate as suas bolas.
        - Mete-o na boca – forçou a mão dele no meu cabelo e empurrou a minha boca para o pau.
Senti o velho a ficar ao meu lado.
        - Quero ver as tuas mamocas, putinha – as mãos grandes agarraram a minha camisola rasgando-a junto as seios.- diz-me lá se não são umas grandes mamas? O velho disse dirigido ao negrao.
A mãos grande e forte apertou o meu seio direito. E em seguida senti uma palmada.
        - São boa são, fode-as- ordenou o negrao ao velho.
        - Vira a cara para o lado e não pares de o chupar – eu estava cada vez mais molhada, o pau negro e enorme a foder a minha boca enquanto o velho e peludo se preparava para foder as minhas mamas com o pauzão dele.
        - Sonhei com estas tetas por dias – resmungava enquanto as agarrava com força e metia o pau fortemente junto delas.
Levei uma mão a minha cona encharcada, o negrão agarrou-a.
        - Tu estas aqui para nos dar prazer a nos – declarou enquanto metia com mais força e tentava forçar mais longe.
        - Vamos te foder tanto hoje minha cabra – o velho dizia enquanto fodia e fodia.
Senti uma palmada na cara antes do pau ser retirado da minha boca.
        - És uma puta não és? Perguntou agarrando o meu queixo.
Sentia os pelos do pau do velho nas minhas mamas, fazendo-me ficar mais excitada.
        -responde – mais uma chapada foi me dada.- És uma puta ou não? Acenei positivamente com a cabeça.
        - Quero ouvir tu a dizeres- o pauzão negro estava duro junto ao meu ombro, podia sentir o cheiro a masculino.
        - Sou uma puta- disse baixo
        - Pois és- a voz do velho saiu perto do meu ouvido. – Deita no chão, pernas abertas saia subida- fiz o que ele mandou.
Sabia que eles a minha frente tinham a visão da minha cona vermelhinha e molhada.
        - Quem queres que te foda primeiro? – Perguntou o Negrão.
Eu olhei os dois homens a minha frente excitados. Os meus sucos saiam de mim e as minhas pernas tremiam de ansiedade, queria ser bem fodida.
        -Quero o velho primeiro- mal as palavras saíram da minha boca, ele estava deitado sobre mim.
        - A cadelinha teve saudades do meu pau peludo, teve? Perguntou enquanto levantava uma das minhas pernas e a colocava em cima do seu ombro.
A minha cona estava a disposição dele.
        - Meti tantas vezes os dedos a pensar no teu pau- disse doida por ser fodida
        -Puta – meteu o pau tao rápido que eu quase gozei na hora.
Ele meteu com força e rocava os seus pelos nas minhas mamas.
         -Ai esta cona é uma delícia, apertadinha e quentinha.
        -Ahhhhh cabrao o teu pau e tao bom, mete-o, mete-o – eu gritava
O velhote deu mais duas estocadas e gozou.
        As boas putas não gozam- o Negrão disse atras de mim. Sentia a minha cona apertar de necessidade. – Levanta-te- fiz o que ele me mandou e fiquei frente a frente.
Os olhos dele percorreram o meu corpo.
        - Eu vou comer o teu cu- as minhas pernas tremeram, eu não queria isso. Nunca o tinha feito.
        - Não- respondi olhando-o.
Ele soltou uma gargalhada.
        - Vou, vou, agora- ele agarrou o meu corpo e empurrou-o contra a parede de pernas abertas.
Tentei debater´
        - Pára, eu não quero isto – pedia com uma voz fraca.
Uma palmada caiu sobre o meu rabo.
        - Cala-te vaca. Vou arrebentar o teu cu, gozar nele e mais tarde vou comer a tua cona enquanto o meu colega fode esse buraquinho- passou o dedo pela entrada traseira.
As minhas mamas estavam coladas ao azulejo deixando as geladas.
Ouvi a barulho de um frasco a abrir.
- Eu não quero isto por favor- tentei mais uma vez. Estava excitada mas mesmo assim não estava pronta para aquilo.
Senti o pauzão a fazer pressão no meu cuzinho. Uma dorzinha apareceu.
        -Vou meter com força- avisou dando uma estocada profunda.
        - Ai o meu cú, abriste-o todo seu cabrão. Tira, esta a arder- gritei tentando fugir.
Ele agarrou a minha cintura e continuou.
As lagrimas apareceram nos meus olhos.
        -Ai minha cabra o teu cuzinho e tao bom. Apertadinho
        - Por favor para, estas a rebentar o meu cuzinho todo – pedia entre choro.
        - Ele e bem apertadinho, encolhe o cu vá la, para fazer mais pressão na minha pila- eu fiz o que ele pediu enquanto chorava de dores.
        - Ela e tao apertada, e uma putinha mesmo boa- comentava com o outro.
Aos poucos fui sentindo o meu corpo a habituar-se a piroca dele estava a começar a dar prazer.
        - Ai a vaca esta a gostar de ser arrombada. Aperta o cuzinho vai, vou gozar agora- fui preenchida por gozo do Negrão.
Ele retirou-se rapidamente
        - Quero gozar – falei desgostosa enquanto sentia as minhas pernas húmidas.
        - Cala-te- uma palmada caiu nas minhas nádegas.
Eu fiquei ali encostada a parede de pernas abertas e o meu cu bem comido.
Senti uma barriga a encostar as minhas costas.
        - Fiquei tao duro a ver o teu cuzinho a ser comido pelo Negrão – um pauzão começou a passar pela minha entrada traseira.
A mão dele avançou ate a minha cona e dois dedos entraram.
Senti um ardor e o velho tinha a piroca enfiada no meu cu.
        - ai que delicia, tao bom este cu- apesar do ardor eu sentia prazer também.
        - Come-me toda, seu velho pauzudo - vi o Negrão a parar ao meu lado.
O pau já estava duro outra vez.
O velho agarrou as minhas pernas e levantou-me virada para ele.
        - Olha esta coninha toda inchadinha - passou os dedos pela minha racha e eu estremeci.
        - Queres que te foda a cona enquanto ele te come o cu?- A piroca já me pincelava.
        - Sim, sim, por favor. Fodam-me toda, arrombei-me- o Negrão meteu em mim e eu fiquei completamente cheia.
        - estou tao cheia – gemia enquanto eles me fodiam sem se importar.
Sentia-me toda aberta.
        - Vou vir aqui muitas vezes comer este cuzinho - dizia o velho e metia o pau grosso no meu buraco sem parar.
O negrão agarrava as minhas tetas enquanto enchia a minha vagina.
        - Grandes tetonas – ele agarrou os meus mamilos e puxou-os.
Senti a minha cona apertar as minhas pernas a tremer descontroladamente.
        -Estou a gozar com os vossos pauzões- berrava enquanto balançava o meu corpo contra as pirocas deles.
O velho foi o primeiro a gozar, dentro do meu cú. Em seguida o negro tirou o pau da minha cona e começou a bater uma punheta junto a minha cara.
O leitinho dele caiu todo em cima da minha cara.
        - é isto que putas como tu merecem, levar com porra na cara- declarou antes de se por de pé, seguido do velho.
Rapidamente deixaram-me na casa de banho no chão toda gozada.
Levei a mão a minha cona toda arrebentada e gozada em seguida levei-a a minha boca a sentir o sabor da porra deles.
Certamente não ia ser a ultima vez que pedia os serviços deles.

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Comentários


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submissive Comentou em 27/02/2015

ADOREI SEU CONTO...VC JÁ LEU OS MEUS? TENHO DOIS CONTOS REALMENTE VERÍDICOS...POR FAVOR LEIÁ-OS... POIS É JUSTAMENTE O QUE EU GOSTARIA QUE VC FIZESSE COMIGO...BJOSSS EM SEUS PÉZINHOS

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roberto rossi Comentou em 02/02/2015

Perfeito. Muito excitante a sua perspectiva de submissão. Voto dado com muito tesão. Beijos

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gatoperverso1 Comentou em 05/06/2014

Delicia q tesao deu vontade de fuder essa cona e esse Cu gostoso q tesao delicia bc e um tesao qro fuder vc toda bem gostoso delivia

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Comentou em 24/05/2014

Mais um conto delicioso. Como quero conhecer esta mulher estupenda e sedenta pro sexo. Mais um voto pra ti!! Beijos!!!

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xmorenomenage Comentou em 15/02/2014

Odorei o conto vou vota

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paulojk Comentou em 28/12/2013

Maravilhoso seu relato .votei

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dionisio Comentou em 15/11/2013

to gozando pra vc

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julianosouza Comentou em 03/11/2013

Delicia de conto votei

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negro ebano 42 Comentou em 30/09/2013

Portuguesa teve o meu voto bjos deliciosos em vc

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cota português Comentou em 28/09/2013

Sequiosa.

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negro ebano 42 Comentou em 08/09/2013

v é muito excitante portuguesa, adorei

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Comentou em 20/03/2013

Ah, vc é uma mulher sedenta e merece ser invadida e penetrada de todas as formas... Aqui no Brasil, diferentemente d'além mar, o nome é: encanador! Bjão transatlântico pra vc!




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Ficha do conto

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Nome do conto:
O canalizador e o Negrão

Codigo do conto:
27173

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
19/03/2013

Quant.de Votos:
32

Quant.de Fotos:
0


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