Torturado no motel.



GENTE ESSE CONTO NA VERDADE É UM TRECHO DE UM LIVRO QUE EU ESCREVI. ESPERO QUE GOSTEM.

"Entramos e fomos para nossa suíte. Beatriz estava eufórica se encantava com tudo que via pela frente.
Ao sairmos do carro na garagem antes de subir para o quarto ela voltou e pegou uma bolsa preta no porta- malas, fiquei curioso, mas não perguntei nada, no elevador ela me beijava com todo fogo e paixão a noite prometia com aquela mulher quente do meu lado.

Entramos no quarto bem aconchegante, ela colocou uma musica suave e me pediu para abrir a champanhe.
Depois ela se sentou no meu colo e começou a me beijar, passei a mão por todo o corpo dela sentindo cada curva, a pele macia, beijei o decote dela e finalmente deixei cair á alça do vestido, saindo aquele lindo e delicioso seio farto os quais me deliciaram me fazendo esquecer tudo em minha volta, só era possível a ouvir gemendo baixinho no meu ouvido e eu tinha a impressão que meu pau ia acabar rasgando a calça, estava muito bom.

Daí então ela se levantou ajeitou o vestido e eu fiquei sem entender nada, mas aí ela me pediu para deitar na cama e eu fui, afinal o combinado era fazer o que ela quisesse.

Fiquei deitado e ela foi para a bolsa preta e tirou um par de algemas.
Na hora eu me assustei.
_O que você vai fazer?
_Calma meu lindo, agente só vai brincar um pouquinho.

Ela primeiro prendeu minhas mãos na cabeceira da cama com os braços abertos.
Agora eu entendi porque alguns motéis têm aquelas grades na cabeceira, ela subiu em cima de mim e começou a me beijar, me beijar todo, minha camisa ainda fechada ela abria os botões e para cada botão um delicioso beijo molhado, ela abriu o meu cinto, mas antes fazia questão de apertar meu pau que estava muito ereto e quente.

_Nossa Eron, aqui tem fartura hein, olha só o tamanho e a grossura disso.

Conforme ela falava eu ficava ainda mais louco e excitado, a cabeça saiu pra fora da calça.

Beatriz apertou ele com a mão e passou a língua na grande cabeça vermelha me fazendo soltar um gemido muito alto de tanto prazer.

Ela parou e foi para o banheiro com a bolsa preta, me deixando ali naquele estado.
Eu pedia para ela voltar, mas era inútil, o que ela iria fazer afinal?
Fiquei ali esperando tentando imaginar o que ela estaria fazendo lá dentro, passado uns quinze minutos de tortura e angustia ela saiu.
Estava maravilhosamente linda, com uma lingerie preta de meia de luva, uma roupa agarradinha no corpo marcando cada curva, ela se exibiu pra mim, se virando de costas e me mostrando aquela bunda gigante com uma calcinha bem pequenininha nem dava pra ver. Parecia que ela estava embrulhada para presente cada detalhe da roupa tinha um laço de fita.

_Bia me solta vai, deixa eu ir aí desamarrar essas fitinhas deixa vai.
Ela me ignorou sedutoramente subiu em cima de mim e disse:
_Agora sim, a brincadeira vai começar, é só você ficar quietinho.

Ela tirou minha calça me olhava de um jeito selvagem parecia que ia me devorar, ela apertava minhas pernas e tirou minha cueca e quando de repente abocanhou meu pau o máximo que sua boca conseguia engolir eu soltei um grito, ao mesmo tempo em que ela me chupava ela encravava as unhas na minha cintura eu gemia de dor e de tesão, a boca dela era quente e molhada me engolia com fome, ela me batia me lambia nas bolas, sentir o hálito quente dela ali embaixo me levava a loucura, percebendo que eu já estava quase no limite ela parou, meu pênis latejava minha cintura ardia por causa dos arranhões.

_Você é muito escandaloso.

Ela foi novamente até a bolsa preta e pegou três fitas uma ela me amordaçou, e as outras duas ela amarrou os meus pés na cama, confesso que senti medo dela, estava agressiva, cheguei a me arrepender de ter aceitado tudo aquilo, agora não dava nem pra gritar, da bolsa ela tirou um óleo lubrificante, meu coração batia forte, eu queria sair dali correndo, mas eu olhei pra ela, ela tinha um sorriso sarcástico.
O cabelo todo bagunçado, que linda, que fera.

Vendo que eu estava mais calmo ela voltou a me beijar pescoço e orelha dava beijinhos e passadinha de língua no meu peito, no ouvido me dizia coisas obscenas, passando a língua na minha orelha, então ela vai novamente descendo pelo meu corpo lentamente até chegar ao meu pau me deixando louco me chupa, me morde, me aperta com tanta força que chega a judiar, ela me bate me arranha tudo muito dolorido, mas ela ameniza a dor com beijos molhados que me anestesiam , quando ela abocanhou novamente só a cabeça da minha rola e sugou ela todinha, eu não resisti, senti tudo latejar, as veias pulavam e em segundos gozei, enquanto eu me debatia e tentava gritar de alguma forma, ela se deliciava com aquele liquido quente e branquinho.

Aos poucos o meu coração foi se acalmando e eu fui me recompondo.

Ela pegou lenços umedecidos e me limpou pelo jeito aquela sessão de tortura estava longe de acabar.

Ela me deu alguns instantes, eu só podia observar não podia fazer mais nada, ela foi até bolsa preta e pegou um comprimido pequeno e azul, tirou a mordaça e queria me forçar a tomar, eu não queria não sabia o que era, e se fosse alguma droga, mas eu estava com as mãos presas pelas algemas ela me deu um tapa bem forte no rosto e colocou o comprimido na minha boca eu tentei cuspir, mas ela jogou champanhe na minha boca e depois tampou com as mãos, eu engoli, xingava ela de louca pedia pra ela parar, falei que chega, que não queria mais, mas ela não estava satisfeita me amordaçou novamente sem me dizer uma só palavra e foi pro banheiro, comecei então a sentir um enorme fogo correr pelo meu corpo e fiquei muito excitado ai eu entendi que comprimido era aquele.

Ela voltou e começou tudo de novo, mas dessa vez ela estava mais calma me tocava com mais carinho bem devagarinho, soltou a primeira fita deixando para fora os enormes seios, grandes e redondos e lindos, eu estava com muita raiva dela, mas agora já até passou, ela se deitou em mim e colocou o meu pau entre eles depois subia e se esfregava em mim passando eles na minha cara eu louco para pegar, mas não podia.

Ela se sentou no meio das minhas pernas e ficou mexendo no meu pau para cima e para baixo me deixando novamente louco de desejo.
Percebendo que eu estava mais relaxado ela pegou o óleo e jogou em mim e me massageava, eu achei aquela atitude suspeita, percebi que ela iria fazer algo comigo pelo jeito que ela me olhava, e eu não estava errado, para minha surpresa ela enfiou o dedo no meu cu, me senti violentado, me debatia, mas ela nem se importou, nunca ninguém fez aquilo comigo me senti mal, lagrimas saíram dos meus olhos, ela pedia para que eu ficasse calmo e relaxasse, ela ficou com o dedo ali dentro um instante até meu corpo acostumar, o que ela estava pensando? Tentei me soltar, mas não conseguia, ela parecia se divertir ao me ver com raiva, só me restou ficar quieto e esperar acabar.

Ainda lá dentro ela mexia o dedo fazendo encostar em uma parte que nem eu sabia que existia e com a outra mão ela mexia no meu pau para cima e para baixo ao mesmo tempo a sensação era de incomodo e ao mesmo tempo foi melhorando e conforme ela acelerava os movimentos eu novamente perdi o controle e gozei.

Meus braços já estavam doloridos, as pernas tremiam e nem assim minha rola abaixava, então mais uma vez ela me limpou e soltou à outra fita da roupa tirando à calcinha me permitindo ver a bucetinha apenas com um pouquinho de cabelo, tinha uma tatuagem na testinha bem pequena, perto da virilha, era uma borboleta azul.

Ela se sentou de perna aberta penetrando todo meu pênis dentro dela até o fim, fazia muito mais muito tempo que eu não achava uma mulher que me deixava colocar totalmente apenas com prostitutas tive essa experiência, mas nem se comparava, a boceta da Bia era apertada e muito quente ela cavalgava em cima de mim como ninguém nem mesmo com prostitutas tive aquela experiência os peitos dela pulavam me hipnotizando, ela pulava bem forte em cima de mim ela rebolava e fazia cada vez com mais força, não resisti, e gozei, dessa vez tudo dentro dela, ainda sobre o efeito do remédio não abaixou ela me limpou, e foi se limpar, eu já estava todo dolorido as pernas bambas não aguentava mais, ainda não satisfeita Beatriz saiu do banheiro agora com um vestidinho grudadinho no corpo preto e transparente bem curtinho, linda maravilhosa, gostosa, ela subiu em cima de mim e me beijava.

Ela desamarrou meus pés para meu alivio e tirou a mordaça para me beijar e finalmente soltou as algemas, meus braços estavam dormentes, ela me beijava tão gostoso agora era minha vez, peguei ela pela cintura e deitei ela na cama desci o vestido até os peitos ficarem de fora embaixo de mim ela nem parecia aquela mulher dominadora de instantes atrás, parecia frágil e sensível , beijei loucamente os peitos dela, depois abri bem as pernas dela e coloquei a calcinha bem pequena de lado e enfiei bem devagar para não machucar me esquecendo que á instantes atrás ela pulava em cima de mim sem sentir dor alguma.

Então ela começou a pedir mais, e brigou comigo, me disse que eu estava de miséria com ela, ah não, não podia ouvir aquilo e ficar quieto, segurei as pernas dela pro alto e penetrei bem fundo e bem forte e mesmo assim ela pedia mais, de onde vinha tanto fogo?

Virei ela de quatro pra mim segurei na cintura dela e meti a rola o máximo que eu pude, ela na cama e eu em pé levantava ela pelas pernas e com força enfiava e ela gemia bem gostoso me deixando completamente louco de desejo, aquilo pra mim parecia um sonho.

Foi quando vi o cuzinho dela, me lembrei do que ela fez comigo e com cuidado coloquei aos poucos o meu polegar, se ela brigasse eu parava, mas ela deixou e eu nem acreditei, peguei o óleo e passei nela, o tipo de mulher que eu saia jamais deixaria eu fazer metade daquilo, mas
Bia deixava, aproveitando o momento coloquei a cabecinha do meu pau ali atrás foi incrível a sensação eu nunca tinha feito assim antes, nenhuma outra mulher havia deixado, e eu sempre fui tímido tinha vergonha, receio de pedir, com medo dela brigar coloquei devagarinho só a cabecinha e ela se empinou mais nesse momento meu pau escorregou para dentro com a ajuda do óleo.

Eu nem acreditei, era bem apertado e quente, coloquei tudo dentro dela nem sei como coube, parecia que Beatriz foi feita pra mim, tamanho e medida exata, comecei devagar e fui acelerando aos poucos pra não machucar, mas Bia pedia mais forte então eu obedecia cada vez mais forte, ela gritava e eu ia ao delírio coloquei o dedo na bucetinha e estava muito molhada, quase gozei outra vez então parei pra respirar um pouco, a virei de frente pra mim e enfiei na xaninha, ora na frente, ora atrás era maravilhoso, achei que iria sair fora de mim ela me levou até o céu, já não aguentava mais segurei ela pelos cabelos e esporrei muito nos peitos, e no corpo dela, foi maravilhoso.

Caí exausto na cama até a sensação passar, ela foi se limpar, eu já não aguentava mais, parecia que havia participado de uma corrida então ela saiu na porta do banheiro e me surpreendeu:
_Eron ,quero mais!

Eu nem acreditei, acho que estava pagando por todas as vezes que não me senti saciado.
_sério? Você quer me matar isso sim!

_Não é justo você gozou varias vezes e eu ainda não.
Ela estava certa, não queria que ela se sentisse insatisfeita.
_Tudo bem, eu só preciso de um tempinho.
_Não Eron! Eu quero agora.

A Bia era linda e com aquela carinha de brava me deixou louco.
_Tá bom, não precisa ficar zangada, só vou ali ao banheiro e já volto.

Fui ao banheiro, tomei um banho rapidinho no chuveiro mesmo e voltei para a cama.
Beatriz estava me esperando debaixo do lençol me sentei ao lado dela e ela subiu no meu colo.
_Você demorou.
_De onde vem todo esse fogo hein morena.
_Não sei, mas eu te avisei que adoro sexo, e além do mais essa é a primeira vez que conheço um homem assim bem dotado, então tenho que aproveitar não é mesmo?
_Você tá se aproveitando muito de mim então.
_você deixou, lembra?
_Sou todo seu pode aproveitar à-vontade.
Ela começou a me beijar, era impossível não ficar excitado com ela, daí ela se sentou em mim com as pernas abertas tirou a toalha que me cobria a cintura ela estava com o vestidinho preto, mas sem a calcinha então ela se encaixou em mim escorregando lentamente sobre meu corpo me deixando penetrar tudo novamente dentro dela ficamos assim por alguns minutos me levantei da cama com ela ainda presa em minha cintura e á deitei sobre uma mesa que estava ali, virei ela de costas pra mim e fiz com que ela se empinasse totalmente, levantei o vestido e vendo a bunda dela empinada não resisti e meti a rola com muita força ela deu um grito pensei ter machucado, mas esse grito me deixou mais excitado ainda então ela soltou um “ai que delicia” eu sorri, desacreditado, machucar que nada, Beatriz gostava ela pedia era mais, então, dei mais pra ela, fizemos sexo sem vergonha, sem pudor, sem restrições me senti muito bem e saciado, meu pênis ardia, minhas pernas doíam mas se era mais que ela queria, era mais que eu ia dar pra ela, com força segurava ela pela cintura e penetrava o mais fundo e forte que eu podia, agora eu só tinha um objetivo, fazer aquela mulher gozar.

Peguei-a no colo e joguei-a na cama beijei todo o corpo dela rasguei o vestidinho deixando os peitos pra fora só pra mim, beijei todo o corpo dela descendo devagar até a bucetinha nunca achei tão bom satisfazer uma mulher daquele jeito passava minha língua ali e ela gemia bem baixinho passei o dedo no clitóris e colocava o dedo lá dentro , ela se contorcia e mordia o travesseiro me deixando com muito tesão, não sabia que era possível ficar tão excitado fazendo aquilo pra alguém, percebi que ela já estava pronta virei ela pra mim de bruços, percebi que ela gostava mais assim.

Pedi que ela empinasse pra mim e dei um tapinha bem forte na bunda dela, ficou a marca vermelha da minha mão, mas ela gostou aquele grito não era de dor, enfiei muito fundo era muito bom eu gemia junto com ela eu de joelhos na cama e ela toda empinada pra mim peguei o óleo e novamente e comi gostoso o cuzinho dela, eu ia ao delírio, estava louco de tanto prazer, colocava os dedos na frente e atrás metia a vara, então ela se levantou e me chamou para a mesa, eu á levantei pela cintura e sentei-a na mesa pra ficar da minha altura, ela me olhava nos olhos, me senti enfeitiçado pelo momento ela pegou meu pau e colocou dentro dela e se deitou na mesa era maravilhoso ver os peitos dela balançando e ver todo aquele corpo sobre a mesa á minha disposição ela pedia pra mim por atrás também e assim nos divertimos um pouco, ora na frente, ora atrás eu nem sabia mais qual era melhor ela estava muito molhada, meti novamente na frente e ela se sentou na mesa me segurou bem forte e eu cada vez mais rápido socava tudo, até que ela encravou as unhas nas minhas costas e me mordeu no ombro doeu muito mas enfim, o tesão só aumentou quando senti algo quente escorrendo pelo meu pau e nas minhas pernas , aquilo me deu uma imensa satisfação com o calor e a emoção consegui ultrapassar o meu limite e mais forte ainda enfiei tudo nela com muita pressão e gozei ali mesmo dentro dela, tudo virou uma coisa só á dela misturada com a minha, foi a melhor sensação que eu já senti , começamos a rir e nos beijamos com muita paixão.

_Até que enfim, por um momento achei que não seria capaz de te satisfazer.
_Seu bobo, você me satisfez desde o começo.

Minhas pernas estavam bambas os braços tremiam estava exausto peguei ela no colo e á deitei na cama me deitei ao lado dela daquele jeito mesmo todo sujo, não tinha forças pra dar nem mais um passo deitei ela no meu peito e fiquei acariciando os cabelos dela, observando ela dormir, e me perdi em pensamentos, nunca isso me aconteceu antes eu transo com as mulheres visto minha roupa e vou embora, não fico para dormir agarradinho, gosto de dormir sozinho e com a Bia estava tão bom ter ela ali nos meus braços, não só pelo cansaço ou pelas dores no corpo mas também por curtir a presença dela o cheiro da pele e do cabelo dela, foi assim que adormeci.

Porém tamanha foi minha decepção, quando acordei estava sozinho, procurei ela pelo quarto chamei por ela ainda sonolento, mais nada."

Foto 1 do Conto erotico: Torturado no motel.

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Ficha do conto

Foto Perfil muitobom
muitobom

Nome do conto:
Torturado no motel.

Codigo do conto:
76725

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
04/01/2016

Quant.de Votos:
6

Quant.de Fotos:
4


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